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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Para memória futura

22.02.13, Alice Alfazema
    Minha laranja amarga e doce meu poema feito de gomos de saudade minha pena pesada e leve secreta e pura minha passagem para o breve breve instante da loucura.     Minha ousadiameu galopeminha rédeameu potro doidominha chamaminha réstiade luz intensade voz abertaminha denúncia do que pensado que sente a gente certa. Em ti respiroem ti eu provopor ti consigoesta (...)

11.02.13, Alice Alfazema
  Há mais aqui.   A Nossa Crise Mental Que pensa da nossa crise? Dos seus aspectos — político, moral e intelectual?  A nossa crise provém, essencialmente, do excesso de civilização dos incivilizáveis. Esta frase, como todas que envolvem uma contradição, não envolve contradição nenhuma. Eu explico. Todo o povo se compõe de uma aristocracia e de ele mesmo. Como o povo é um, esta aristocracia e este (...)

SSSSSssssss

11.02.13, Alice Alfazema
  Pudesse a versatilidade da vida ser restrita, veríamos por aí  duas ou três espécies mais dóceis. Com duas ou três camadas da sociedade. E viveriam todos felizes para sempre?     Alice Alfazema 

Aguenta coração

03.02.13, Alice Alfazema
  Falar do sofrimento alheio revelando uma falta de discernimento entre o bem e o mal é revelador da inteligência própria daqueles que nada têm a acrescentar ao valor da vida e de um povo. Apenas acrescentam milhões em lucros, esses feitos precisamente à conta daqueles que aguentam.    Poderá um homem ser feliz dormindo ao frio num qualquer banco de jardim? Poderá (...)

Portugal e os outros

30.01.13, Alice Alfazema
Fotografia Tó Mané, Nazaré 2013   Tenho pena que sejam os outros a dizerem que temos um mar maravilhoso. E são também os outros que dizem termos um sol magnifico e uma sabedoria centenária. E ainda, são os outros que gostam de cá morar, e acham esta terra misteriosa, maravilhosa e abençoada. Os de cá acham que não valem nada, que não sabem nada, e esperam, e (...)