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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Remédio para a solidão

25.10.11, Alice Alfazema
    Que minha solidão me sirva de companhia Que eu tenha a coragem de me enfrentar Que eu saiba ficar com o nada... E mesmo assim, me sinta como se estivesse plena de tudo.     Clarice Lispector                   Alice Alfazema

A flor é minha

01.08.11, Alice Alfazema
  Caminho do campo verde estrada depois de estrada. Cercas de flores, palmeiras, serra azul, água calada.   Eu ando sozinha no meio do vale. Mas a tarde é minha.   Meus pés vão pisando a terra que é a imagem da minha vida: tão vazia, mas tão bela, tão certa, mas tão perdida!   Eu ando sozinha por cima das pedras. Mas a flor é minha.   Os meus passos no caminho são como os (...)

Dinheiro

23.05.11, Alice Alfazema
"É, você está muito só.       Você está só, porque as pessoas que encontra pela rua estão correndo atrás de dinheiro, com medo de ficarem sós na velhice e não terem onde cair mortas e passarem os últimos dias de suas vidas na sarjeta, pedindo dinheiro, precisando de dinheiro, precisando de carinho, precisando de outras pessoas que as compreendam, que sejam solidárias com elas, que digam alguma coisa bonita para elas, alguma coisa que as animem, alguma coisa que as façam (...)