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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Um final de dia

27.03.19, Alice Alfazema
  Hoje no final do meu dia de trabalho pus-me a ver a Primavera debaixo desta árvore, à minha direita o Sol já ia baixo, numa corrida para apanhar a serra. Fico sempre maravilhada com a Mãe Natureza, para mim a única religião. Tirei o telemóvel e fotografei a árvore, enquanto o fazia uma colega passou de carro e buzinou-me. A malta gosta de se meter comigo.      As árvores crescem sós. E a sós florescem.   Começam por ser nada. Pouco a pouco se levantam do chão, se (...)

Já viram as nossas árvores?

24.02.19, Alice Alfazema
Não sei se alguém já reparou em como andam a ser feitas as podas das nossas árvores em meio urbano. Para mim estas podas radicais são amputações de um Verão mais fresco,  e do futuro, são uma falta de respeito pelo biodiversidade, pois uma árvore é muito mais que um tronco e meia dúzia de ramos.      Por aqui onde moro as árvores que já aqui descrevi, este ano foram laminadas, não há um único galho para os pássaros poisarem. Onde havia gaios, poupas, mochos, (...)