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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Momentos retorcidos

12.06.14, Alice Alfazema
  Se eu tivesse um tronco certamente que seria assim, retorcido. À medida que o tempo passa mais me retorço e cresço retorcidamente mais e mais. Numa busca incessante, como tantos outros que tenho lido ultimamente. Os troncos desta árvore crescem na horizontal, talvez pelo retrocedimento do tronco. Coisas da vida. Da vida de uma árvore que teima em crescer, mesmo (...)

Visão

07.04.14, Alice Alfazema
  Os meus olhos são uns olhos. E é com esses olhos uns que eu vejo no mundo escolhos, onde outros, com outros olhos, não vêem escolhos nenhuns.   Quem diz escolhos, diz flores. De tudo o mesmo se diz. Onde uns vêem lutos e dores  uns outros descobrem cores do mais formoso matiz.   Nas ruas ou nas estradas onde passa tanta gente, uns vêem pedras pisadas, mas outros, (...)

Medo

03.04.14, Alice Alfazema
  O medo é uma coisa de serventia, livra-te dele e serás outra pessoa. Livre para pensar, para agir, para te divertires, para experimentares, para colheres os frutos do teu esforço.   Alice Alfazema