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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

O tempo pára

04.11.18, Alice Alfazema
      O tempo pára,  o tempo é a água azul do rio que se estende à minha frente na despedida do estio;       O tempo pára,  o tempo é a água azul do rio e eu sou barco, sou gaivota, sou onda leve e lenta que cobre a areia sedenta;       O tempo pára,  o tempo é a água azul do rio, amante doce e tranquilo em que diluo minha vida, que vai e me leva a mágoa, que me liberta na volta qual fénix renascida.       Poema de Vanda Sôlho

Micro contos - A vida numa bancada

17.06.18, Alice Alfazema
  A vida é assim, uma mistura de tudo. Há sempre gente surpreendida e gente que se vê perante opções de que já ouviu falar, daquelas que são dos outros. Acabamos todos em repetições.        Alice Alfazema  

Ainda não têm um calendário para 2018?

19.12.17, Alice Alfazema
    Se não têm ou querem oferecer a alguém o calendário do ano que vem, aproveitem esta oportunidade e alegrem também a vossa parede da cozinha. Assim, quando não souberem em que dia da semana estão, quando quiserem saber quanto tempo falta para as férias, fins de semana prolongados, etc e tal, é só folhear e voilá, poderão fazer uso deste útil calendário e ficar ainda a conhecer quem são alguns dos Bombeiros Sapadores de Setúbal.   Além de ser um calendário que (...)

Setúbal - Zona da Bela vista

03.04.17, Alice Alfazema
    Este graffiti foi criado pelo artista Nark, numa parede de um prédio de um bairro em Setúbal. Gosto imenso da alegria que transmite, das suas cores vibrantes, e da história que conta. É uma explosão de felicidade. Faz parte de um projecto do Município de Setúbal e é apenas uma das muitas pinturas que se encontram no bairro. Temos assim uma galeria de arte urbana com vista para o Sado. Está situada (...)

Setúbal

14.01.17, Alice Alfazema
  Setúbal tem tons de azul fascinantes, aromas de rio, serra e mar. Tem um ar tranquilo no horizonte. Se lermos o nome da cidade de trás para a frente temos a palavra labutes, e é isso mesmo, um labutar constante nesta cidade que tem sempre um ar jovem. Uma cidade multicultural, onde muitas gentes, vindas dos mais diversos locais, se encontraram e se misturam numa paleta de cores e de línguas.      Há quem diga que a cidade é feia e que não tem nada para ver, que tem poucos (...)