Música- Paulo de Carvalho
Letra- Ary dos Santos
Canta-Carlos do Carmo
Na Praça da Figueira, ou no Jardim da Estrela, num fogareiro aceso é que ela arde. Ao canto do Outono,à esquina do Inverno, o homem das castanhas é eterno. Não tem eira nem beira, nem guarida, e apregoa como um desafio. É um cartucho pardo a sua vida, e, se não mata a fome, mata o frio. Um carro que se empurra, um chapéu esburacado, no peito uma castanha que não arde. Tem a chuva (...)