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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

A todos os lugares e a todas as cores, do coração para a cabeça e da cabeça para o coração

17.10.16, Alice Alfazema
 Fotografia do blogue, Dias com árvores   Pede-se a uma criança: Desenha uma flor! Dá-se-lhe papel e lápis. A criança vai sentar-se no outro canto da sala onde não há mais ninguém. Passado algum tempo o papel está cheio de linhas. Umas numa direcção, outras noutras; umas mais carregadas, outras mais leves; umas mais fáceis, outras mais custosas.   A criança quis tanta força em certas linhas que o papel (...)

1 de Maio de 2015

01.05.15, Alice Alfazema
Hoje apetece-me flores: Flores pelos que já foram, flores para mim, flores para quem quiser. As flores que falam sem palavras, para quem as letras nada dizem. Onde os amores estão perfeitos, mudos e cheios de cor. É o Maio que entra em tons cativantes, no céu as nuvens pintadas a carvão, nas ruas os ramos das árvores balançam, agitando o verde novinho das folhas. Colhi estas flores por aí, neste mundo virtual, tal como quem colhe nos muros dos outros que ficam perto da nossa (...)

Bom dia!

20.04.15, Alice Alfazema
 São duas flores unidas São duas rosas nascidas Talvez do mesmo arrebol, Vivendo, no mesmo galho, Da mesma gota de orvalho, Do mesmo raio de sol.   Castro Alves    Alice Alfazema