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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Uma pergunta por dia: Estar morto é...?

29.10.14, Alice Alfazema
Ilustração Ana Bracic   Estar morto é o contrário De estar vivo boa gente Existindo muito armário Com esqueletos certamente Estar morto é um jeito De poder escapar à vida Como nem tudo é perfeito Voltas à casa da partida Onde o pó sempre existiu Te olham com desconfiança Por te ver assim sorridente Quem de lá nunca partiu Não sentiu sequer mudança Por ter estado sempre ausente.   Poeta Zarolho     Uma (...)