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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Bom dia 💋

25.02.19, Alice Alfazema
  Ilustração  Valentin Gubarev-Валентин Губарев     Prefiro os dias pares. Porque são serenos. E rotineiros. Sem foguetes. Nem fogo de artifício.   Os dias ímpares podem ser os melhores. Ou os piores. Pressupõe mudança no que é importante. Mas o importante já tenho. E quero que fique como está.   Prefiro os dias pares. Aqueles que são rotineiros. Porque as rotinas de pessoas felizes, são boas. E o menos bom. Pode ser mudado. Pelo menos, tentar ser (...)

#diariodagratidao 08-02-2019

08.02.19, Alice Alfazema
  Ilustração Horacio Sierra   Imaginemos que isto dos blogues é um bairro, sendo assim considero que somos todos vizinhos, mesmo que nos encontremos a muita distância uns dos outros, o que é fantástico. Quem como eu cresceu sem esta ferramenta, talvez ainda se fascine todos os dias com isto. A mim encanta-me. Por isso é para mim extremamente gratificante chegar a casa e ligar o computador e encontrar um elogio de um dos meus vizinhos, não é a primeira vez que isso me acontece (...)

#diariodagratidao 14-01-2019

14.01.19, Alice Alfazema
Ilustração KaKa Su   É muito difícil fazer esta caminhada, serão muitos dias, muitos passos, os pés ficarão com bolhas, mudarás de sapatos, mudarás até de pele. Haverá algumas dores, gargalhadas, esquecimentos, arrependimentos. O caminho será longo, nem todos sabem se chegarão o fim. Mas o que interessa?  Aquilo que dizem? Aquilo que sentes? Aquilo que ganharás? O que interessa é apenas o durante, nem o princípio, nem o fim. Se não consegues fazer o durante nunca (...)

Completando frases no Sapo

21.07.18, Alice Alfazema
Sou muito curiosa, o porquê das coisas fascina-me.     Não suporto a injustiça, a falta de justiça suscita em qualquer meio o corte de oportunidades e leva a que o mundo se vá tornando um lugar árido de boas emoções.     Eu nunca viajei de submarino, nem andei numa nave espacial, mas gostava de andar.     Eu já estive desmaida durante umas horas, tinha seis anos, quando acordei tinha a família toda aos pés da minha cama, nunca ninguém soube explicar-me o porquê de (...)