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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Já viram as nossas árvores?

24.02.19, Alice Alfazema
Não sei se alguém já reparou em como andam a ser feitas as podas das nossas árvores em meio urbano. Para mim estas podas radicais são amputações de um Verão mais fresco,  e do futuro, são uma falta de respeito pelo biodiversidade, pois uma árvore é muito mais que um tronco e meia dúzia de ramos.      Por aqui onde moro as árvores que já aqui descrevi, este ano foram laminadas, não há um único galho para os pássaros poisarem. Onde havia gaios, poupas, mochos, (...)

Sinta na pele

09.02.19, Alice Alfazema
  O sofrimento dos animais na campanha e exposição "Sinta na pele".   Através de um ensaio fotográfico, a campanha Sinta na Pele mostra que não podemos mais permitir que milhões de animais, todos os dias, sejam torturados e mal tratados.       “É nossa obrigação parar para refletir, despertar e mudar nossa maneira de viver e ver os animais. Vamos sentir na pele o que os animais sentem”, diz a Ampara Silvestre (...)

Para quem gosta de praia e para quem não sabe que ainda vai gostar muito de uma boa praia

24.06.18, Alice Alfazema
  Em 2018, o programa Bandeira Azul vai trabalhar o tema “O Mar que Respiramos”, uma vez que, 50% do dióxido de carbono lançado na atmosfera é absorvido pelos oceanos e 70% do oxigénio da Terra é produzido pelo plâncton marinho. O Papel das florestas marinhas é fundamental, são as algas mais pequenas que, literalmente, nos dão o ar que respiramos.     É inegável que as florestas terrestres são fundamentais para os ecossistemas, são habitat de 80% da biodiversidade (...)

Dia mundial do Elefante

12.08.16, Alice Alfazema
  Os elefantes são desenrascados, adaptando a todo o momento o seu comportamento e atitudes com as “ferramentas” que têm ao dispor. Por exemplo, usam o pó e a lama para se protegerem do sol e de possíveis queimaduras, e também são conhecidos no mundo selvagem por conseguirem provocar o próprio parto, através de automedicação por uma planta selvagem.   Os elefantes são óptimos pais: os progenitores são extremamente protectores com as crias e com os mais novos, fazendo de (...)