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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

O nevoeiro dos preconceitos

22.02.11, Alice Alfazema

 

 

 

 

O diálogo exige abertura de espírito para ver outras perspectivas da realidade, sem o nevoeiro dos preconceitos.

Cada um de nós faz bem em afirmar, com entusiasmo, aquilo em que acredita, mas tem de admitir, com humildade, que pode estar enganado nos seus pontos de vista. Deve, por isso, mostrar-se disponível para aceitar discordâncias e aprender com a opinião contrária. Só aprende e evolui quem é humilde.

Na comunicação interpessoal, as certezas absolutas são sempre ridículas. Ninguém é dono da verdade. Ninguém sabe tudo. Todos ganhamos no confronto honesto e na partilha com os outros, qualquer que seja a nossa experiência, cultura ou condição social.

O diálogo entre as pessoas, como entre as culturas e as religiões, diminui a cegueira da ignorância. Permite ver melhor e mais longe. É o caminho da sabedoria, da conciliação e da paz.

 

António Estanqueiro

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