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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Anomia

10.11.13, Alice Alfazema

 


Fotografia de ARTECULTURA

 

Os aglomerados transformaram-se, e, assim mais pessoas se juntam no largo, na praça, no jardim. As cidades tornaram-se objectivas, agora somos um número, que equivale a algo verdadeiro. A subjectividade ficou lá no mundo rural, onde os laços de pertença, ainda têm um forte significado. A anomia alastra, tal como a indiferença visual, emocional, familiar, todos vamos andando como carneiros que pastam e carregam o peso dos cornos com dignidade absoluta e convicta daquilo que pensamos ser.

 

Alice Alfazema

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