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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

1º de Dezembro de 2012

01.12.12, Alice Alfazema

Não me digam mais nada senão morro
Aqui neste lugar junto de mim
Lugar de onde sou e de onde moro
Que o lugar de que sou é estar aqui
Aqui ninguém me diz quando me vendo
A não ser os que eu amo os que eu entendo
Aqui ninguém me põe a pata em cima
Porque é de baixo que vem acima
A força do lugar que for o meu
Não me digam mais nada senão falo
E eu não posso falar eu estou de pé
De pé como um poeta ou um cavalo
Mas de pé como deve estar quem é


José Carlos Ary dos Santos


Alice Alfazema