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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Um sonho que espreita

14.11.12, Alice Alfazema

 

 

 

A noite nunca é completa

Há sempre, visto que eu o digo,

Visto que eu o afirmo,

No fim do sofrimento uma janela aberta

Uma janela iluminada.

Há sempre um sonho que espreita

Desejo a cumprir, fome a satisfazer

Um coração generoso

Uma mão estendida, uma mão aberta

Olhos atentos 

Uma vida, a vida a ser partilhada.

 

 

Paul Eluard



Alice Alfazema