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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Oceano Pacífico sempre a bombar, desde o milénio passado...

Janeiro 29, 2018

Alice Alfazema

A minha filha:

 

- Ó mãe eu gosto de estudar matemática a ouvir o Oceano Pacífico, é daquelas músicas antigas, mas relaxantes...

 

 

Quantas vezes não descobriste mais sobre ti ouvindo uma música calma pela noite fora...? 
Quantas vezes não te sentiste melhor ao som de uma música tranquila..? 
Quantas vezes não ganhaste coragem acompanhado/a por uma música serena..? 
Quantas vezes não te sentiste mais forte ao som do Oceano Pacífico...? 

 

No ar desde 1984, primeiro com João Alves, agora na voz de Marcos André, mas sempre com o mesmo carisma. Quem é que já namorou ao som deste Oceano? 

 

Para ouvir clique aqui.

 

Boa noite e bons sonhos

 

 

Alice Alfazema

Passinhos de dança

Janeiro 28, 2018

Alice Alfazema

 

 

 

La Carmen está bailando 
por las calles de Sevilla. 
Tiene blancos los cabellos 
y brillantes las pupilas. 

¡Niñas, 
corred las cortinas! 

En su cabeza se enrosca 
una serpiente amarilla, 
y va soñando en el baile 
con galanes de otros días. 

¡Niñas, 
corred las cortinas! 

Las calles están desiertas 
y en los fondos se adivinan, 
corazones andaluces 
buscando viejas espinas. 

¡Niñas, 
corred las cortinas!

 

 

 

Poema de Federico García Lorca

 

Ilustrações de Juan Osborne

 

 

 

 

 

Alice Alfazema

 

 

 

 

 

Uma mão cheia

Janeiro 27, 2018

Alice Alfazema

 

Longe parecerá o dia em que os vermes nos venham comer, que passem por nós já frios e imóveis, em que a nossa vontade será nula perante a Natureza das coisas. E crescerão flores sobre nós e pássaros hão-de poisar nos seus ramos. Tão longe que será tão breve, como uma chuva miudinha que parece não molhar.

 

 

E a pele será comida, nosso berço aquele barro vermelho, aos poucos nos havemos de transformar, de sólido a líquido, de líquido a pó. E alguém agarrará uma mão cheia de terra e lançará ao ar, e voaremos num sopro, espalhados em vários rumos povoaremos um outro ser. E não haverá guerra nem paz que altere isso. Nem zangas, nem revoltas, nem sorrisos, nada, apenas uma mão cheia de nada.

 

 

Ilustrações  Nunzio Paci

 

 

Alice Alfazema

 

 

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