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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Pensar apenas em nós próprios...

22.05.16, Alice Alfazema

Ousar pensar apenas em nós próprios é um terreno delicado, pleno de nuances, onde a liberdade, atrevida, pode ser epitetada de irresponsável ou, até mesmo, de egoísta. Contudo, à altura, ninguém se apercebeu do meu estado de necessidade. Perdido e sozinho já eu estava há muito; preso e camuflado, também. Diz-se aos sete ventos que não adianta fugir dos problemas, pois eles nos acompanham para onde quer que vamos. Também não digo o contrário, mas a evasão não é fugir, é a árdua arte de separação entre o que é e o que não é; o que somos e não fomos, o que perdemos e podemos encontrar, o que nos é essencial e dispensável. Sim, é um limbo, uma linha divisória que separa os pés do chão das ânsias do céu.

 

Paulo Abreu e Lima, no blogue, Assim na Terra como no Céu.

 

 

 

Alice Alfazema

 

Aqui e ali

22.05.16, Alice Alfazema

Ilustração  Jennifer Balkan

 

Antigamente vivíamos apenas num único mundo, havia também quem esperasse poder ter outra oportunidade quando viajasse entre quatro tábuas.  Hoje podemos viajar em três mundos, no físico, no virtual e no de quatro tábuas.  A todos é dada uma importância diferente. Tal como degraus, assumem visões diferentes ao longo da subida, ou descida. Umas vezes lá em cima, outras em baixo. Pensamos sempre que somos diferentes e únicos, um pedacinho algo especial, neste cosmo que rodopia, ninguém sabe bem para onde. Estamos aqui, estamos ali. Onde estamos?

 

 

Alice Alfazema 

 

Finalista - 21 de Maio de 2016

21.05.16, Alice Alfazema

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Tal como o girassol persegue o Sol e se abre para o saudar, assim é agora. É dar as boas-vindas a esta nova etapa que vem por aí. Que seja radioso, que seja confortante, que traga outros objectivos. É mais um começo, mais uma nova caminhada, com outras paisagens, com outras experiências. Para todos, desejo-vos muitas felicidades(e esqueçam as línguas azedas, virem-se para o Sol, o caminho começa aí).

 

Beijos

 

Alice Alfazema

Arte

19.05.16, Alice Alfazema

 

Ilustração Kiana Mosley

 

Fico sempre surpreendida com as várias formas artísticas. Sei que foi a imaginação que criou asas. De entre elas, penso agora na pintura e na música...gosto de imaginar como tudo começou. A pintura numa gota, a música num som...Boa noite.

 

Será que um final de dia, também, é uma forma de arte? 

 

Até amanhã.

 

 

Alice Alfazema