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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Transformações

29.11.15, Alice Alfazema

ilustração  Daryl Gortner

 

E o grão tornou-se café, a folha tornou-se chá, e tu bebeste os aromas e transformaste a tua manhã.

 

 

A marca da nossa ignorância é a profundidade da nossa crença na injustiça e na tragédia. Àquilo a que a lagarta chama o fim do mundo, o Mestre chama a borboleta.

 

Richard Bach

 

 

Alice Alfazema

No amor

25.11.15, Alice Alfazema

 

 

 

No amor há uma espécie de equilíbrio que torna o relacionamento inabalável. Quando se trata de amor, as marcas que o tempo deixa na pessoa amada, não alteram o que se sente, porque quando verdadeiro, ele vê para além da aparência e contempla o coração. É por isso não há um tempo limite para se amar. Ama-se à medida que se deseja amar.

 

Helena Sacadura Cabral

 

 

Alice Alfazema

 

Micro contos - As viagens

24.11.15, Alice Alfazema

Ilustração Greg Clibon

 

Fui obrigada a fazer viagens que não queria, rápidas, lentas, obrigatórias, sem bilhete de ida ou volta. Sem rumo, sem lugar marcado. Em pé. Sentada. Deitada. Em silêncio. A gritar. A chorar. Às vezes com risos. Não sei em que transporte as percorri. Quem me obrigou? A vida.

 

 

Alice Alfazema

 

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