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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

A nossa casa é este planeta - Terra

15.05.12, Alice Alfazema

 Flamingos no Tejo

 

 

O Planeta está  muito doente que fazes tu para alterar isso? 

 

Todos os dias somos levados, como se fossemos manadas em busca de água e alimento, a consumir, a ter determinada opinião, a vestir determinada cor...No entanto, a diferença é aquilo que faz de nós únicos. Nada do que te impõem faz de ti único, mas e apenas e somente - mais um. O sucesso da manipulação de massas leva a que este planeta esteja a agonizar.

 

 

"Será progresso se um canibal usar garfo e faca?"

 

Stanislaw Lec

 

 

 

 

Alice Alfazema

Voo Azul

11.05.12, Alice Alfazema

 

 

Num voo azul, entre a imensidão do céu e do oceano. Criou melodias suaves, outras efusivas, dançou na imaginação que se lhe desprendeu da alma. E voou num voo azul, como numa melodia, numa clave de fá que, se desenha numa interrogação escondida, um solitário voo. Contornou as estrelas e tocou o sol.

 

 

 

 

Alice Alfazema

 

 

Mãe porca

06.05.12, Alice Alfazema

 

 

Mãe porca não tem limites de disponibilidade, é comum a outra mãe qualquer. Mãe porca não faz distinção da cor dos seus filhos. Esta é a função primordial de mãe. No dia-a-dia o papel de Mãe está a ficar distorcido da sua verdadeira função. Qualquer mãe tem o dever de educar o seu filho para a vida, não para a passerelle cor de rosa das revistas. Qualquer mãe deve criar ela própria barreiras para que os seus filhos saibam desenvolver defesas e resolver os seus problemas futuros. Cada mãe deve de tomar consciência de que o seu filho não é eternamente um bebé... Há um tempo para tudo e um tempo para todos. Ser mãe não é ser a melhor amiga dos filhos, porque, mãe é outro papel social.

 

Não me digam que não têm tempo, não acredito. 

 

 

 

 

 

Alice Alfazema

 

 

Conversas da escola (87)

04.05.12, Alice Alfazema

- Porque é que deitaram o lanche para o balde do lixo?

- Eu não fui...

- Eu também não...

- Então fui eu! Sabem o trabalho que dá fazer o lanche? Comprar o pão e o leite? É dinheiro deitado fora. Há crianças que têm fome, e vocês estão a deitar isto para o lixo. A vossa mãe o que pensará, levantou-se mais cedo para preparar isto...

- Eu é que acordo a minha mãe.

- Então tu é que és a mãe da tua mãe?

- Tecnicamente, sim.

- ...

 

 

 

 

 

 

Alice Alfazema

Educação vale mais que ouro

04.05.12, Alice Alfazema

Pauline Musset, afirmou que "a educação é investimento e que, segundo um estudo internacional, cada dólar investido em educação representa um retorno de sete dólares. A educação rende mais do que o ouro". Sendo assim, desinvestir na educação é - deitar fora um precioso tesouro.

Educação não é simplesmente completar anos escolares. É todo um conjunto de situações que fazem de nós seres pensantes.

 

 

 

 

 

 

Alice Alfazema

Dia do trabalhador/ dia das rosas

01.05.12, Alice Alfazema

 

 

Como é lindo recordar,
Os tempos que já lá vão,
Sempre alegres e a sorrir
Ceifando o nosso pão.

Trabalho que não cansa,
Desde que seja com amor,
Começávamos ao nascer do sol,
Era até ao sol-pôr.

Os filhos vinham connosco,
Ao pé de nós brincavam,
À noite deitavam-se cedo,
E cedo se levantavam.

Cantávamos lindas cantigas,
Que vale a pena recordar,
Quase sempre ao desafio,
Nem dávamos pelo tempo passar.

O trigo que semeávamos,
No moinho era moído,
Amassado com as mãos,
No forno a lenha era cozido.

Agora ninguém semeia nada,
Não é preciso para comer pão,
Se não houver em Portugal
Vem de outra nação.

Mas vai tudo acabar mal,
O que eu digo, levem sentido,
O dinheiro vai acabando,
E vamos voltar ao tempo antigo.

 

(...)

 

 


in, As Maias entre mitos e crenças

 

 

 

Alice Alfazema

 

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