Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Conversas da escola (8)

24.06.11, Alice Alfazema

 

democracia, s. f., democratismo, s. m. Governo em que a soberania é exercida pelo povo.

 

democrata, s. m. O que segue princípios democráticos.

 

democrático, adj. Pertencente à democracia.

 

democratizar, v. t. Converter às doutrinas democráticas.

 

 

Adenda: povo, s.m. A colectividade dos indivíduos de um país, cidade, vila, etc.. Lugarejo. O vulgo. Pl. As nações.

 

 

Dicionário da língua portuguesa, Dicionários Dom Quixote, José Pedro Machado

 

 

Alice Alfazema

Sentido de missão

23.06.11, Alice Alfazema

 

 

"Os lugares verdadeiramente são definidos pelas pessoas e não as pessoas pelos lugares. Eu não venho aqui conformar nenhum lugar, mas espero pelo menos com o meu comportamento não lhe retirar nunca prestígio e tentar dignificá-lo com sentido de missão."

 

Assunção Esteves

Produtos de portugal (7)

23.06.11, Alice Alfazema

 

 

 

 

A marca Regina foi fundada em 1928, na rua Sá de Miranda, em Alcântara, aí começou o seu vasto e inovador percurso no saboroso mundo dos chocolates, e assim durante várias décadas foi a marca dominante no mercado de chocolates português.

Caracterizou-se pela sua forte presença nos principais segmentos do mercado e de entre os seus produtos estão: os chocolates com pedaços de amêndoa, o Floc -Choc, as sombrinhas, os lápis, as tabletes com sabor a fruta, a tablete de leite e uma vasta gama de bombons.

A partir do final da década de 80, a marca foi perdendo competitividade devido à entrada das multinacionais e à importação do conceito de distribuição moderna para Portugal.

No final do ano 2000, a Imperial adquiriu a marca Regina, tendo procedido ao seu relançamento na Páscoa de 2002.

 

Chocolates Regina

 

Alice alfazema

A casa onde não mora ninguém

20.06.11, Alice Alfazema

 

 

 

Bati no portão do tempo perdido, ninguém atendeu.

Bati segunda vez e outra mais e mais outra.

Resposta nenhuma.

A casa do tempo perdido está coberta de hera

pela metade; a outra metade são cinzas.

 

Casa onde não mora ninguém, e eu batendo e chamando

pela dor de chamar e não ser escutado.

Simplesmente bater. O eco devolve

minha ânsia de entreabrir esses paços gelados.

A noite e o dia se confundem no esperar,

no bater e bater.

 

O tempo perdido certamente não existe.

É o casarão vazio e condenado.

 

Carlos Drummond de Andrade

 

Alice alfazema