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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Antropologia económica em Portugal

28.04.12, Alice Alfazema
 
 
 

 
“Descobrimos, sem surpresa, que Mello e Champallimaud são a mesma família, que também se cruzam com os Espírito Santo, com os Pinto Basto, com os Ulrich. As famílias da burguesia portuguesa são quase todas a mesma família”.
 
“É uma oligarquia financeira fortíssima, protegida pelo Estado, apoiada pelo Estado, financiada pelo Estado, vivendo de rendas do Estado, uma grande família que tem dominado Portugal ao longo de 100 anos”.
 

 
“O privilégio conduz-nos à crise, porque significa uma economia sem ambição, uma economia sem projecto, sem desenvolvimento”.
 
“Uma família de famílias, praticamente todos cruzados por casamentos ou alianças, ao longo de 100 anos, foram os donos do país e voltaram a ser os donos do país agora”.
 

 
in, Os donos de Portugal
 

 
Quando alguém nos aperta o pescoço deixamos de poder respirar, quando alguém monopoliza a economia deixamos de ter oportunidades, quando nos resignamos deixamos de ser e passamos a vegetar. 
 

 
Ø
 
 
 
 
 

 
Alice Alfazema

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