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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Numa sexta-feira 13...

14.08.10, Alice Alfazema

Hoje sexta-feira 13, fim de noite inesquecível... Pelas ruas da vila tocou-se música, bebeu-se moscatel e houve alegria no ar.

Aprendi com aqueles jovens que trazem o gosto da tradição, que para rezar não é preciso repetir palavras.

 

A música é uma forma de oração, o esforço de um trabalho também.

Deus não se visualiza, Deus sente-se, cheira-se e saboreia-se. Deus não é forma de vida, Deus é vida é cor, é som, é tacto, é conseguir vislumbrar no sabor de uma fruta o gosto do Sol, é sentir o vento como caricia, é ouvir a música como sons de vozes que se materializam pelo ar e vibram de alegria...Deus é a cor do mar, um reflexo de arco-irís. Deus é um abraço, Deus não existe, Deus é um sentimento sem forma é a vibração da música, o som do vento, o sal do mar, o calor do Sol, o brilho de uma estrela, de milhões de estrelas...Deus é um espaço vazio que devemos preservar...

2 comentários

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    Alice Alfazema

    16.08.10

    O que buscamos não existe é simplesmente um espaço vazio, é tudo o que se precisa, precisamos de um vazio para as palavras, de um vazio para um abraço, de um vazio para conseguirmos ver, o espaço entre nós e algo é sempre vazio, mas importante, fundamental, para que a acção se realize. Não tenha medo de ser feliz, nem culpa...obrigado por ter entrado no vazio que tenho reservado, as suas palavras são momentos de uma leitura verdadeira, ser genuíno é importante para nós e para os outros, por vezes há quem tenha medo de o ser, talvez por correr o risco de parecer ridículo...
    Volte sempre

    Abraço
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