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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Histórias que podemos reconstruir

26.07.11, Alice Alfazema

 

Estas flores crescem em terreno inóspito, quem passa e olha poderá não sentir o poder da sobrevivência e os seus sacrifícios, a sede, o vento, o calor, o frio, no entanto, elas resistem e persistem na sua luta diária e por vezes sofrida, mostrando assim, que é sempre possível resistir, por mais adversidades que existam, basta querer e nunca desistir daquilo que se quer e que nos faz falta.

 

 

(Benvinda Marta)

 

 

Alice Alfazema