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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Outra forma de orar

💋

25.01.20, Alice Alfazema
  Quero escrever até ao fim do mundo. Uma escrita torta pelas linhas que se endireitam ao seu passar. Não se escreve até que a alma nos doa no dedilhar de uma guitarra. Escreve-se até que a voz nos falte no estremecer de um fado que nunca será de saudade. Que as almas não doem quando se escreve. Oram.   Miss X    

Haver havia, mas já não há

💋

23.01.20, Alice Alfazema
  Eu sei que ainda não escrevi nada aqui este ano, mas hoje de manhãzinha tirei esta fotografia para partilhar aqui com vocês, podem, pois começar a preparar o vosso chazinho, ou um moscatel, que a noite está fria e apetece aconchego.    Amanhã lá estarei, de novo, para retirar mais uns quantos da caixa, porque eles dão-se melhor fora da caixa e eu também. Aproveito para dizer que o estaladiço que se ouve a cada aperto é verdadeiramente inebriante. E já agora o preço? (...)

Sabes?

23.01.20, Alice Alfazema
    Esta música, ouves? sabe que quando nos separamos - tu seguras uma ponta, eu seguro outra - as coisas do mundo tocam o cordel da nossa distância.     Vasco Gato

Esvoaçar

20.01.20, Alice Alfazema
  Ilustração  Demelsa Haughton   os cabelos guardam histórias de origens as passagens do tempo todo fio contém vestígios e carrega desde o princípio a iminência de sua queda        Poema Stephanie Borges

Janeiro 20/20

13

13.01.20, Alice Alfazema
  Há um tempo para estar só há um tempo para estar nu há um tempo que falta para ser o bastante uma coisa e outra há uma ponte em direcção ao tu   que é necessário atravessar e que é necessário, coragem, minar e há um ponto sem chão nem ponte em que só é preciso abrir os braços e voar.         Poema Rui Caeiro