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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

O que têm em comum as alterações climáticas e os OVNIs

Estive a ver um programa de TV sobre OVNIs, falavam que existem muitos documentos sobre o avistamento de naves, há até uma lei nos EUA que proíbe qualquer pessoa de se aproximar de alguma das naves que possam aparecer. Depois houve relatos de gente que teve encontros com os OVNIs, mas o mais interessante era o facto de o material de que é feita a nave, ser considerado radioactivo, não se sabe ao certo que materiais são estes, mas são diferentes daqueles que existem neste nosso belo planeta. As pessoas ficaram doentes depois de tocarem nas naves e têm havido um aumento em todo o mundo de doenças relacionadas com a exposição à radioactividade. Foi ainda dito que as naves podem estar estacionadas nas águas dos oceanos, pois houve avistamentos de naves debaixo de água num lago algures não me lembro onde. 

 

E fiquei assim a pensar...será que as mudanças climáticas que têm acontecido nos últimos anos também são culpa das tais naves, é que me deu a sensação que estavam a tentar por a culpa nos extraterrestres por este planeta Terra estar a viver a sexta extinção em massa das mais variadas espécies. 

 

 

 

Alice Alfazema

Onde estou, para onde vou?

Onde moras?

Aqui.

 

 

Onde fica isso?

Neste planeta.

 

 

Como se chama esse planeta?

Terra.

 

 

É bonito o teu planeta?

É.

 

 

Qual é a cor predominante no teu planeta?

Azul.

 

 

O teu planeta gosta de ti?

Sim.

 

 

Porque dizes isso?

Ele oferece-me a oportunidade de vida.

 

 

Eu sou a terra, eu sou a vida.
Do meu barro primeiro veio o homem.
De mim veio a mulher e veio o amor.
Veio a árvore, veio a fonte.
Vem o fruto e vem a flor.

 

 

 

Eu sou a fonte original de toda vida.
Sou o chão que se prende à tua casa.
Sou a telha da coberta de teu lar.
A mina constante de teu poço.
Sou a espiga generosa de teu gado
e certeza tranqüila ao teu esforço.

 

 

E um dia bem distante
a mim tu voltarás.
E no canteiro materno de meu seio
tranqüilo dormirás.

 

Poema de Cora Coralina

 

 

 

Alice Alfazema

Caminhos

 

Como se no mar as ondas

não se arqueassem o bastante.

 

Como se na terra as pedras

não se elevassem o bastante.

 

Como se no ar as nuvens

não rodassem o bastante.

 

Como se o azul planetário

não fosse o longe bastante.

 

Dançam.

 

Fiama Hasse Pais Brandão

 

Alice Alfazema

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Eu aqui por este mundo acima da Terra

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