Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Voar através dos pensamentos? - um super-poder

 

Ilustração  Cally Johnson-Isaacs

 

 

Estamos fartos das palavras? Estamos fartos de tudo? Talvez. Uns mais, outros menos. No entanto, ouvi alguém dizer que semeia flores na montanha, e diz com calma que alguém precisa de fazer esse trabalho. Há também quem reze, são pessoas que semeiam coisas boas. Isso é bom. Muito bom. Deixo-vos aqui umas palavras escritas pela minha filha, num dos textos que realizou para a disciplina de português.

 

Amor, o que será este amor que tanto nos transforma, que tanto nos muda.

 

Na minha opinião o amor é uma magia a que só alguns têm direito, o que quero dizer, é que todos temos amor dentro de nós, mas nem todos têm a sorte de poder dar esse amor.

 

Contudo, cada pessoa que usufrui desta magia transforma-se, mas transforma-se para melhor, fica mais sensível, carinhosa e passa a ajudar os outros, porque se sente amada e especial. E ao sentir-se amada, significa que é feliz, com isto é como se a pessoa pudesse fazer tudo, pois consegue voar através dos pensamentos, fazer os outros sorrir e começa a pensar de outra maneira, uma maneira carinhosa e especial. Por isso, considero que a magia do amor é como um super-poder que só acaba quando esta pessoa decidir que já não o quer mais.

 

Concluindo, todos deviam ser transformados pelo amor, pois com este sentimo-nos diferentes, sentimo-nos melhores, mas principalmente, sentimo-nos amados.

 

Escrito algures em 2016.

 

 

Alice Alfazema

O aqui e o agora

malaguetas.JPG

 

Esta manhã foi a mais bela de todas as manhãs. Cheia de ti. Do teu brilho, do teu cheiro, do teu sorriso igual ao das maçãs. Ainda tenho nos meus olhos o brilho dos teus olhos. Nunca, como hoje, desejei estar contigo numa ilha. Uma ilha deserta, mas cheia de nós. E à tua pergunta natural: "o que é que estamos aqui a fazer?", eu responderia também naturalmente: "se cá estamos, é porque fazemos cá falta!".

 

 

Joaquim Pessoa, in  Ano comum

 

 

 

Alice Alfazema

 

 

 

 

Escrita

fofa.JPG

 

Encontrei estas velhas palavras, escritas por mim num caderno que foi abandonado, já as escrevi no blogue, há tanto tempo, agora apetece-me escrevê-las de novo aqui, de uma outra forma, mas com o mesmo sentido, porque há coisas que não são perecíveis. 

 

 

Há momentos que se pressentem e que não são perecíveis,

que rumam sem tempo,

dentro do nosso espaço...

servem de reflexão,

de exemplo,

de alento.

Sempre que encontro um desses momentos,

guardo-os,

e quando quero voltar a vivê-los dou-lhes cor,

e eles permanecem assim: intactos e tão apetecíveis de viver novamente.

 

 

Alice Alfazema

 

 

Sigam-me

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Eu aqui por este mundo acima da Terra

foto do autor

Mensagens

No cabeçalho, pintura de Hiroe Sasaki.

Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2015
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2014
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2013
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2012
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2011
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2010
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D