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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Envelheçamos

Novembro 29, 2016

Alice Alfazema

oliveiras velhas.JPG

 

Envelheçamos como se a seara

Que plantamos no nosso dia-a-dia

Frutificasse como jóia rara

E rebentasse em cachos de harmonia!

 

telheiro.JPG

 

 

Envelheçamos...como se o Oceano

Fosse a terra lavrada da colheita

E que, embebidos de calor humano,

Todos colhessem a porção perfeita!

 

picos.JPG

 

 

Ah! Tocar as nuvens...e nas mãos retê-las

Como flocos de paz...e mansamente,

Espalhar no universo, oferecê-las...

 

arvore.JPG

 

Com a esperança, ao mundo, de presente!

Envelheçamos...semeando estrelas

De amor, no céu da alma de toda a gente!

 

 

Luíza Frasson

 

 

Alice Alfazema

Se o DNA de um organismo se mantivesse estável e fosse transmitido sempre de forma fiel aos descendentes, haveria evolução?

Novembro 25, 2016

Alice Alfazema

 

 

Se o DNA de um organismo se mantivesse estável e fosse transmitido sempre de forma fiel aos descendentes, não existiria evolução, porque não seria criada a novidade. A variação genética torna cada indivíduo único e resulta de alterações subtis que vão sendo criadas na sequência de bases do DNA.

 

 

Ao longo do tempo, e à medida que as moléculas de DNA vão sendo copiadas, vão-se acumulando pequenos erros, como que pequenos defeitos numa fotocópia. Pode ocorrer que uma base seja substituída por outra diferente – SNP (do inglês Single Nucleotide Polymorphism) – ou que uma ou mais bases sejam apagadas – deleções –  ou inseridas – inserções – ou então podem ocorrer duplicações ou inversões de partes de genes, genes completos ou mesmo grandes regiões de um cromossoma. Na prática, todo o tipo de erros podem acontecer, sendo que a frequência com que estes diferentes eventos acontecem é diferente, e as suas consequências também.

 

 

A maior parte das variações que observamos quando determinamos a sequência de DNA de um indivíduo não tem qualquer consequência a nível do fenótipo do mesmo, ou seja, não altera as suas características físicas. Algumas, no entanto, isoladamente ou quando combinadas podem causar manifestações como por exemplo o aparecimento de uma doença, uma diferente cor dos olhos ou uma nova reação a um medicamento.

 

 

As variantes ou variações num organismo podem ocorrer em apenas algumas células ou tecidos, designando-se variantes somáticas, ou podem ocorrer nas células da linha reprodutora, chamando-se variantes germinativas. Neste último caso, a variante é transmitida aos descendentes, originando um novo indivíduo cujas células todas terão esta pequena (ou grande) diferença relativamente aos seus antepassados.

 

 

Encontrar a consequência de uma variante é um processo importante na genética médica, mas complicado e que envolve diversos passos, como veremos em outras ocasiões. No entanto, a determinação das variantes genéticas é a base de todos os estudos genéticos quer aplicados à clínica, história ou identificação. As variantes são também a base da evolução, pois são elas que originam indivíduos diferentes entre si.

 

 

 

Retirado do blogue Da genética, de Ana Goios,  aproveitem e façam-lhe uma visita, é uma agradável surpresa.

 

 

Alice Alfazema

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