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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Balanço das férias

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As férias souberam-me a pouco. Resumindo: o Ginjas foi o único, o único,  que não me pediu para lhe por  protector nas costas, creme nas costas, dar-lhe uma sandes, dar-lhe fruta, dar-lhe a toalha, dar-lhe as cartas, dar-lhe outra vez fruta, dar-lhe mais pão, dar-lhe água, por outra vez protector solar, mais creme nas costas, mais água, a mochila, o telemóvel, outra vez água...viva o Ginjas! (que amanhã é dia de trabalho).

 

Alice Alfazema

A corrupção é o fascismo de colarinho-branco?

O terrorismo não se esgota nos atentados suicidas, nem no fundamentalismo mascarado de religião, nem no maniqueísmo simplista nós bons/eles maus. Ah pois não. Ele há mais terrorismo. O das famigeradas “sanções” da alegada União supostamente Europeia, por exemplo. Intolerável ingerência na soberania de cada Estado mais “periférico” (isto é: tudo o que não é Paris, não é Bruxelas & não é Berlim), todo este aparato dos “défices estruturais” e da “Dívida” traz água estragada no bico. Para mim, é terrorismo.

 

 

 

Pergunta e texto retirados do blogue de Daniel Abrunheiro, ver mais aqui.

 

 

Alice Alfazema

Cocktail

 

Ilustração  René Magrit

 

 

Vai longe, na serra alta.

A nuvem que nela toca...

Dá-me aquilo que me falta - 

Os beijos da tua boca.

 

 

Fernando Pessoa

 

 

Alice Alfazema

 

Já apreciaste hoje uma coisa simples?

 Fotografia de Herman Damar, retirada daqui.

 

A rede é atirada, é uma renda luminosa. O miúdo, atento, dá larga aos músculos e faz voar aquela rede de cores, que cai no rio e amarra o jantar, que afaga o estômago e dá alento à alma. 

 

Uma coisa simples, uma vida longe daqui, uma coisa sem importância para quem vê de longe, Uma fotografia linda, um momento mágico. Uma coisa importante para ele.

 

 

Alice Alfazema

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