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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Dia Internacional da Lembrança do Holocausto

Janeiro 27, 2016

Alice Alfazema

Foi há 71 anos que os oficiais do Exército Vermelho entraram em Auschwitz para libertar os prisioneiros.  Dessas vivências nasceram obras de arte, do coração para o papel, é importante não deixar no esquecimento uma parte tão negra da história da humanidade, mas também é importante relembrar que renascer é possível. 

 

 

 

Uma primavera (1941), de Karl Bodek (1905-1942) y Kurt Löw (1914-1980).

 

Museu de História de Berlim vai expor cerca de 100 pinturas de vítimas do Holocausto. 

 

 

Alice Alfazema

 

 

Beijos

Janeiro 26, 2016

Alice Alfazema

 

O caminho da vida pode ser o da liberdade e o da beleza,

 

 

porém nos extraviamos.

 

 

A cobiça envenenou a alma dos homens, levantou inúmeras muralhas do ódio,

 

 

e tem nos feito marchar a passos de ganso para a miséria e morticínios. Criamos a época da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela.

 

 

 

A máquina, que produz abundância, tem nos deixado em penúria.

 

 

Nossos conhecimentos fizeram-nos céticos; nossa inteligência, empedernidos e cruéis. Pensamos em demasia e sentimos bem pouco.

 

 

 

Mais do que máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo será perdido.

 

 

 

Poema O Caminho da Vida, Charles Chaplin

 

 

Alice Alfazema

 

Já sufragias-te hoje?

Janeiro 24, 2016

Alice Alfazema

 

 

Hoje é dia de eleições presidenciais. Até ao meio-dia apenas pouco mais de 15% da população tinha votado. Estamos pois perante uma sociedade que privilegia o sentido de direito e deixa para trás o sentido de dever. Como se pode mudar esta sociedade? Através dos direitos? Através dos deveres? Ou pondo os direitos e deveres em pé de igualdade? O que faz a sociedade mover-se? A inércia?

 

As pessoas não acreditam. Não acreditem em quê? Naquilo que os outros fazem ou naquilo que fazem?

 

 

 

 

 

Alice Alfazema

Ao longe

Janeiro 23, 2016

Alice Alfazema

 

Ilustração Kei Meguro

 

 

Às vezes tenho medo de esquecer tudo:

a casa onde nasci, o recreio

da escola, essas vozes

que lembram um copo de água

no verão.

 

Jorge Gomes Miranda

 

Às vezes tenho medo de me esquecer que já me ri por tudo e por nada, que já fui menina, que já subi às árvores, que já fui inocente. 

 

Alice Alfazema

 

 

 

 

 

 

 

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