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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Um bailado de cores

Ilustração Philippe Loubat 

 

Habituamo-nos a olhar as coisas

nos mesmos lugares.

O bailado mostra-se, através de nós.

Deitamos cartas na mesa, as coisas ficam 

por dentro das mãos. 

 

Maurícia Teles

 

Alice Alfazema

 

Leitos rugosos

árvore.JPG

 

Serão os braços da Árvore Neptúnica

metamorfose de um feto abrindo

as flores do Éden nas mãos da criança.

 

Os dias, lentos,

baloiçam o fruto.

 

O poema 

percorre leitos rugosos

salta despenhadeiros

encosta o rosto às falésias

e vem poisar suavemente

na foz do símbolo.

 

Poema é sulco na terra,

raiz agarrada ao branco

de uma folha imaginária

na árvore dos dias por viver

 

Maurícia Teles, in Sonho de Vidro

 

Alice Alfazema

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