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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Vida de gato

Novembro 30, 2013

Alice Alfazema

 

Sou uma grande apreciadora da vida de certos gatos, eis aqui alguns exemplos de vidas dessas. A malta está dormente e não se chateia, não tem stress, nem preocupação, não tem pressa de viver, nem que passe o dia e que venha outro.

 

Alice Alfazema

Uma pergunta por dia: Que tipo de sociedade temos em Portugal?

Novembro 29, 2013

Alice Alfazema

Semente

Novembro 27, 2013

Alice Alfazema



Eu quero uma licença de dormir,
perdão pra descansar horas a fio,
sem ao menos sonhar
a leve palha de um pequeno sonho.
Quero o que antes da vida
foi o sono profundo das espécies,
a graça de um estado.
Semente.
Muito mais que raízes.


Adélia Prado




Alice Alfazema

Vestimentas de Natal

Novembro 27, 2013

Alice Alfazema



Ilustração Fernando Vicente



Provisoriamente não cantaremos o amor,

que se refugiou mais abaixo dos subterrâneos.
Cantaremos o medo, que esteriliza os abraços,
não cantaremos o ódio porque esse não existe,
existe apenas o medo, nosso pai e nosso companheiro,
o medo grande dos sertões, dos mares, dos desertos,


o medo dos soldados, o medo das mães, o medo das igrejas,
cantaremos o medo dos ditadores, o medo dos democratas,
cantaremos o medo da morte e o medo de depois da morte,
depois morreremos de medo
e sobre nossos túmulos nascerão flores amarelas e medrosas.




Carlos Drummond de Andrade




Alice Alfazema

 

Uma pergunta por dia: O funcionário tem os sentimentos todos regulados por decreto-lei, despacho normativo e portaria?

Novembro 27, 2013

Alice Alfazema

 

 

Pergunta retirada do blogue Novo Mundo de Isabela Figueiredo. Por vezes procuramos encontrar palavras para descrever aquilo que andamos a sentir, mas às vezes é nas palavras dos outros que as encontramos. 

 

 

Uma pergunta por dia até ao final do ano, quem quiser responder esteja à vontade.

 

 

Alice Alfazema

Uma pergunta por dia: Somos um país onde abundam as aparências?

Novembro 26, 2013

Alice Alfazema

 

 

É esta maravilhosa herança cultural que não nos deixa progredir, que nos põe pasmados a olhar os outros, como se de outra coisa se tratasse.

 

Porque subiram os policias as escadarias do Parlamento?

 

Ontem segurei uma das barreiras e quando caiu gritei ao levantá-la." SOMOS POLÍCIAS NÃO ARRUACEIROS", um colega chegou cara a cara e gritou-me " JÁ TENHO FOME EM CASA PÁ".Não queria novamente os secos e molhados. Gritei e apitei com a mesma força com que tenho servido o meu povo nestes trinta e dois anos e então também eu subi as escadarias do meu e do teu parlamento, porque somos todos um único povo.

 

António Correia

 

 

Uma pergunta por dia até ao final do ano, quem quiser responder esteja à vontade.

 

 

Alice Alfazema

 

Amor roxo

Novembro 25, 2013

Alice Alfazema

Ilustração Marie Mainguy


PUEDO escribir los versos más tristes esta noche.


Escribir, por ejemplo: "La noche está estrellada, 
y tiritan, azules, los astros, a lo lejos".


El viento de la noche gira en el cielo y canta.


Puedo escribir los versos más tristes esta noche. 

Yo la quise, y a veces ella también me quiso.


En las noches como ésta la tuve entre mis brazos.

La besé tantas veces bajo el cielo infinito.


Ella me quiso, a veces yo también la quería. 

Cómo no haber amado sus grandes ojos fijos.


Puedo escribir los versos más tristes esta noche.

Pensar que no la tengo. Sentir que la he perdido.


Oir la noche inmensa, más inmensa sin ella. 

Y el verso cae al alma como al pasto el rocío.


Qué importa que mi amor no pudiera guardarla.

La noche está estrellada y ella no está conmigo.


Eso es todo. A lo lejos alguien canta. A lo lejos.

Mi alma no se contenta con haberla perdido.


Como para acercarla mi mirada la busca. 

Mi corazón la busca, y ella no está conmigo.´


La misma noche que hace blanquear los mismos 
           árboles.
Nosotros, los de entonces, ya no somos los mismos.


Ya no la quiero, es cierto, pero cuánto la quise. 
Mi voz buscaba el viento para tocar su oído.


De otro. Será de otro. Como antes de mis besos.
Su voz, su cuerpo claro. Sus ojos infinitos.


Ya no la quiero, es cierto, pero tal vez la quiero.
Es tan corto el amor, y es tan largo el olvido.


Porque en noches como ésta la tuve entre mis
          brazos,
mi alma no se contenta con haberla perdido.


Aunque éste sea el último dolor que ella me causa,
y éstos sean los últimos versos que yo le escribo.



Plabo Neruda




Alice Alfazema

Uma pergunta por dia: Na Síria há uma guerra contra a infância?

Novembro 25, 2013

Alice Alfazema

 

Pensar um bocadinho além daquilo que temos ao lado poderia ser a solução para um mundo melhor. Viver menos dos números e mais do coração. O sofrimento desnecessário, se é que existe algum sofrimento necessário, das crianças no mundo, neste caso na Síria, seria bom que estas vozes fosses ouvidas, ou pelo menos reconhecidas de que realmente existem e não fazem parte de um qualquer filme de ficção ou de terror.

 

O instituto de pesquisa britânico Oxfam Research Group, publicou um estudo sobre a situação de vida e morte das crianças na Síria, este é um excerto do Jornal Público e a fotografia também. Neste tempo que é de Natal, era bom que pensássemos mais nestas situações como forma de presentes e partilhas mais ligadas ao amor, porque afinal é disso que fala o Natal, o nascimento de uma criança. 

 

Na maioria, as crianças e adolescentes foram vítimas de bombas ou outras armas explosivas – mais de 7500 das mais de 10.500 mortes registadas em crianças, ou sete em dez crianças. Mas muitas – cerca de um em quatro crianças – não foram apanhadas pela violência, mas alvo dela. Em 389 casos, as crianças ou adolescentes foram mortos por atiradores furtivos (snipers); 764 foram vítimas de execução sumária, e entre estas, há registo de 112 mortes por tortura. A cidade de Alepo no Norte e o distrito de Dara, no Sudoeste da Síria, foram particularmente martirizados.


Perturba a forma como foram mortas.


“Aquilo que mais perturba nos resultados deste trabalho é não só o número impressionante de crianças mortas neste conflito, mas a forma como foram mortas. Bombardeadas nas suas casas, nos seus bairros, durante as habituais actividades quotidianas, como ir à escola ou estar na fila de espera para comprar pão; mortas a tiro em fogo cruzado, alvos de snipers, vítimas de execuções sumárias, gaseadas ou torturadas”, diz Hana Salama, co-autora do relatório, citada no comunicado à imprensa disponível no site da instituição.


Entre as vítimas, encontram-se muitas crianças, mas os rapazes adolescentes constituem a maioria e quem, neste grupo, está exposto aos maiores riscos. Os rapazes entre os 13 e os 17 anos são as vítimas mais frequentes de mortes selectivas, como as que envolvem os atiradores furtivos, as execuções ou a tortura. Andam nas ruas sozinhos e estão em idade de combater, nota a BBC que chama a este conflito a “guerra contra a infância”.


 

Uma pergunta por dia até ao final do ano, quem quiser responder esteja à vontade.


 

Alice Alfazema

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