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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

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Março dia 28 - Mulheres ilustradoras botânicas

Quando olhamos para um livro e vemos maravilhosas ilustrações de flores, desconhecemos tantos pormenores que estão escondidos a olho nu, no entanto há quem os revele na perfeição.

 

 

Ilustração de Hiroe Sasaki, Japão.

 

 

 

Ilustração de Carmen Fidalgo, Brasil.

 

 

 

Ilustração de Linda Francis, Inglaterra.

 

Ilustração Alice de Rezende, Brasil.

 

 

 

Ilustração Margaret Mee, Inglaterra.

 

 

 

Ilustração de Maria Reif, Brasil.

 

 

“A fotografia não consegue destacar os detalhes como a ilustração permite. O ilustrador científico continua sendo muito importante para a biologia, zoologia e medicina, em vários segmentos."

 

 

As ilustrações foram retiradas daqui.

 

 

 

Alice Alfazema

 

 

 

 

 

 

 

 

Março dia 27 - Mulheres indígenas

Tribo Pataxó

 

 

 Canadá

 

 

 

 Tribo Gavião

 

 

 

Panamá

 

 

 

 

 

Fotografias retiradas daqui.

 

 

 

 

Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas

 

NAÇÕES UNIDAS 

Rio de Janeiro, 2008

 

 

Artigo 1

 

Os indígenas têm direito, a título coletivo ou individual, ao pleno desfrute de todos os direitos humanos e liberdades fundamentais reconhecidos pela Carta das Nações Unidas, a Declaração Universal dos Direitos Humanos e o direito internacional dos direitos humanos.

 

Ver os restantes artigos aqui.

 

 

Alice Alfazema

 

 

 

 

Março dia 26 - Mulheres vítimas de violência doméstica

 

 

“O crime de violência doméstica é um ilícito recente no quadro jurídico-penal português”, começa por explicar ao Observador Elisabete Brasil, da UMAR. “Não obstante o artigo 152.º do Código Penal só em 2007 ter adotado a epígrafe ‘Violência Doméstica’, podemos afirmar que este foi o corolário de um processo iniciado em 1982, ainda que de forma indireta e muito ténue.”

 

 

 

 

Resumindo, a alteração penal de 1982 introduziu no Código Penal Português o crime de maus tratos, então no artigo 153.º. Depois, em 1995, “a natureza do crime passou a semipública, ou seja, o procedimento criminal passou a depender de queixa. Abandonou-se a referência à ‘malvadez e egoísmo'” mencionados no artigo anterior.

 

 

 

 

“Já em 1998 verificou-se uma nova alteração já decorrente da crescente consciencialização da gravidade dos comportamentos e de exigência de intervenção do Estado”, explica Elisabete Brasil. Em 2000, “o crime de maus tratos viria a retomar a natureza pública, iniciando-se o procedimento mal se tenha conhecimento do crime e independentemente de apresentação de queixa por parte da vítima”.

 

 

 

 

Este processo conheceria o seu pico de relevância em 2007, quando se separaram as águas: “Aqui, no artigo 152.º do Código Penal, que tinha a designação ‘Maus tratos e infração de regras de segurança’, assumiu-se a designação penal de ‘Violência Doméstica’. Separou-se os maus tratos da violência doméstica, que passaram a figurar no artigo 152.º.”

 

 

 

Texto retirado do Observador ver mais aqui.

 

 

 

Entre marido e mulher não se mete a colher.

 

Ditado popular português.

 

 

 

Alice Alfazema

 

 

 

O sentido da vida

 

Ilustração Katerina Razinkova

 

 

Dizem-me que O sentido da vida muda com a idade. Há quem não pense nisso, dizem que são coisas tristes. O sentido da vida é triste? Como termina o sentido da vida? Termina a cada dia? Ou quando acabamos?

 

Disseram-me que o sentido da vida é o mesmo para todos os seres humanos, ou até para todos os seres vivos. Talvez o sentido da vida seja sermos felizes. Será?

 

Há quem pense que os sentido da vida é alterado a todo o momento... a vida vai se apresentando e nos modificando.

 

Quantas vezes nos questionamos o que estamos aqui a fazer? 

 

 

Contínua...

 

Alice Alfazema

Março dia 25 - Mulheres que pintam corpos para além da beleza

 

Nascida a 11 de março de 1986, Aleah Chapin, residente em Seattle, usa a arte como forma de protesto contra a ditadura dos corpos perfeitos que a sociedade hoje nos tende a impor.

 

 

Tento desenvolver um trabalho em que, apesar das pessoas estarem nuas, há uma representação que vai para além do sexo e da beleza.

 

 

 

Todos sabemos que as mulheres que vemos nas revistas não são como elas aparecem lá. Nós esforçamo-nos por ser como elas e, como não conseguimos, porque aquelas imagens não são reais, culpamo-nos por isso. Em termos pessoais, pintar estes quadros é também uma forma de me aceitar a mim mesma.

 

 

 

 

Retirado daqui.

 

 

Alice Alfazema

 

 

 

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No cabeçalho, pintura de Hiroe Sasaki.

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